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Política

Nadir Külkamp Tibes da Silva avalia período na secretaria de Assistência Social

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O papel de todo secretário ou secretária de Assistência Social de um município, fica em torno da implementação de políticas públicas voltadas aos interesses sociais da população em situação de vulnerabilidade social, além disso, tem como trabalho, o fortalecimento dos vínculos familiares e a realização atividades com grupos de mulheres, de idosos, de crianças e com adolescentes.

Nadir Külkamp Tibes da Silva, secretária de Assistência Social no município de Forquilhinha é formada em psicologia. A atual secretária está há seis meses na pasta, que antes, foi liderada pelo professor Darcy Gomes Ferreira (PT). “O professor Darcy fez um belo trabalho na pasta e desde fevereiro estou dando continuidade às atividades frente a esta pasta. É um grande desafio liderar uma secretaria tão importante, é gratificante trabalhar com e para as pessoas”, afirma Nadir.

Sobre este período, Nadir avalia positivamente o trabalho na secretaria que conta com mais de 20 funcionários. “A secretaria possui duas unidades de atendimento com diversos serviços. O CRAS – Centro de Referência de Assistência Social e CREAS – Centro de Referência Especializado de Assistência Social. No CRAS são realizados Serviço de Proteção e Atendimento Integral à Família (PAIF), Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos, com grupos de mulheres, de pessoas idosas e de crianças e adolescentes, e entre outros serviços. Já no CREAS são ofertados Serviço de Proteção e Atendimento Especializado a Famílias e Indivíduos – PAEFI, Serviço de Proteção Social a Adolescentes em cumprimento de medidas socioeducativas”, pontua.

Hoje a secretaria atende mais de 500 pessoas mensalmente. Somente no CRAS, no mês de julho, o número de atendimentos chegou a mais de 400. “Estamos aos poucos estruturando ainda mais nossa secretaria, mesmo com os cortes feitos pela atual política nacional”.

Um dos serviços que Nadir destaca é o da Família Acolhedora. Essa ação conta com famílias que foram preparadas para acolher as crianças e adolescentes, que por alguma razão precisam ficar afastadas de seus familiares, por medida de proteção judicial. “Antes tínhamos apenas um profissional que fazia parte desta equipe, agora temos uma equipe completa. Formada pela coordenadora, uma psicóloga e uma assistente social”.

Fonte: Eduardo Souza/Assessoria de Imprensa

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