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Segurança

Em menos de 24 horas DIC elucida homicídio ocorrido no Arroio do Silva

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FOTOS: PORTAL AGORA!

Companheira de “Carlinhos” confessou o crime e faca usada foi apreendida

A Divisão de Investigação Criminal de Araranguá, trabalhou incansavelmente até elucidar o homicídio registrado na noite de domingo (23), que vitimou Luiz Carlos Pereira de 56 anos, mais conhecido por “Carlinhos”. O crime ocorreu na Avenida Salmi Paladini, no centro de Balneário Arroio do Silva, em uma edificação de uma obra pública inacabada, ao lado do Estádio Municipal Severo Scaini, a qual a vítima e a companheira invadiram e fizeram de moradia.

A companheira de “Carlinhos”, de 42 anos, foi quem chamou a Polícia Militar por volta das 19 horas de ontem (23), dizendo que ele havia sido esfaqueado e para estancar o sangue, ela teria colocado pó de café.

A área foi isolada até a chegada da DIC, Instituto Geral de Perícias (IGP) e Instituto Médico Legal (IML). Para a polícia a mulher disse que “Carlinhos” foi morto por dois homens que chegaram em um carro que foi abandonado após o crime. Totalmente alterada, perturbou o trabalho dos órgãos de segurança, afirmando que o companheiro estava vivo e se jogou no chão quando o corpo foi recolhido do local.

Durante os trabalhos de investigação que iniciaram no local do crime, não foi descartado a participação da companheira na morte da vítima. Testemunhas foram ouvidas ainda durante a noite e, os trabalhos perduraram durante a madrugada e todo dia desta segunda-feira, dia 24, quando a faca usada no homicídio foi encontrada ainda suja de sangue, dentro de uma caixa que estava escondida no cômodo onde o crime ocorreu.

A polícia também tinha informações que ela era violenta e agredia seu companheiro. Ao ser encontrada a arma do crime, a mulher acabou confessando ter matado o companheiro, alegando que a facada ocorreu durante uma discussão entre o casal.

Outras testemunhas foram ouvidas nesta segunda-feira, assim como a mulher. Como não houve flagrante, ela foi ouvida e liberada.

O delegado Jair Pereira Duarte, coordenador da DIC, não repassou maiores informações sobre o caso.

 

 

 

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