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Saúde

“Bailão” ilegal no Clube Gigantinho é interrompido

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Desde o fim da tarde de domingo (11), a reportagem do Portal Agora recebeu diversas mensagens de pessoas afirmando que um tradicional bailão localizado às margens da BR-101, no bairro Mato Alto, em Araranguá, estava funcionando normalmente, contrariando o artigo 2 da portaria 744 da Secretária Estadual de Saúde, que proíbe o funcionamento de casas noturnas, boates, pubs, casas de shows e afins nas Regiões de Saúde que apresentem Risco Potencial GRAVISSIMO (representado pela cor vermelha), Risco Potencial GRAVE (representado pela cor laranja) e Risco Potencial ALTO (representado pela cor amarela) na Avaliação de Risco Potencial ao COVID-19.

A Amesc permanece considerada como risco grave para a Covid-19.

O Clube Gigantinho, popularmente conhecido como “Bailão do Luiz”, que tem como proprietário o ex-vereador Luiz Djalma Marcelino, o Luiz do Bailão, estava repleto de pessoas, que assim como o local descumpriam normas de saúde municipais e estaduais.

A reportagem adentrou o local e constatou a presença de aproximadamente de 200 pessoas no bailão. Conforme imagens, as pessoas estavam sem distanciamento, sem uso de máscaras e dançando juntos. Ou seja, o local estava funcionando conforme uma casa noturna.

Enquanto a equipe de jornalismo registrava o baile ilegal, uma das frequentadoras – sem saber que se tratava de uma equipe de reportagem – chamou a atenção da equipe. “Não filmem, não é nada contra vocês, mas semana passada alguém filmou e deu problema. O seu Luiz pediu para ninguém filmar para a polícia não fechar”, disse.

Na imagem, o repórter fez uma panorâmica em que se vê a pista cheia, com os frequentadores dançando próximos uns dos outros.

A equipe de reportagem entrou em contato com o 190 da Polícia Militar, sendo informada pelo atendente do COPOM que o local já havia passado por fiscalização neste domingo e que a PM estava ciente de que se tratava de um bailão. Já em contato com o Tenente Coronel Ronaldo da Silva Cruz, comandante do 19º BPM, ele afirmou desconhecer o funcionamento do baile, esclarecendo que entraria em contato com o Sargento de Dia para se deslocar e averiguar a situação.

Após trinta minutos quatro viaturas chegaram ao local, encerraram a festa e notificaram o proprietário. Caso o baile ocorra novamente o local poderá ser interditado.

Tentamos contato com a secretária de Saúde de Araranguá Evelyn Elias e com ‘Márcia’, fiscal da vigilância sanitária, porém as ligações não foram atendidas pelas servidoras do Executivo Municipal.

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