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Terreno de igreja gera transtornos a moradores do bairro Polícia Rodoviária
Um terreno abandonado tem preocupado moradores do bairro Polícia Rodoviária, em Araranguá, pois as chuvas e o acúmulo de água transformaram o local em um ‘piscinão’.
De acordo com vizinhos, o terreno, que fica localizado na Rua Hipólito Saturnino Soares, se tornou um criadouro de mosquitos, sapos e insetos.
Além de ser uma situação preocupante por conta do acúmulo de água parada – ambiente ideal para a proliferação do mosquito aedes aegypti, causador da Dengue, Chikungunya e Zika – a vida de crianças também é colocada em risco, já que muitas, em dias quentes, estão usando o terreno como piscina pública.
A reportagem do Portal esteve no local e se deparou com um terreno abandonado, escavado, sem proteção e cheio de água parada. Conforme Marcos Oliveira, morador da comunidade, o terreno pertence à Igreja Do Evangelho Quadrangular. “Aqui iniciou a construção de uma igreja; eles começaram por um estacionamento subterrâneo, porém a obra foi abandonada e isso se tornou uma questão de saúde pública. Foi retirado e vendido o aterro e isso virou um piscinão, um verdadeiro criador de insetos. Nós queremos que essa situação se resolva”.
Com a chegada do verão, se a situação continuar assim, a atenção devem ser redobrada. “O verão está chegando e sabemos que é o tempo propicio para a propagação do mosquito da dengue e isso nos preocupa devido ao valo que se formou aqui”, afirmou Marcos.
Para Vanderlei Emerim, o problema é antigo, já arrasta há mais de seis meses. “Desde março esse local está assim, esse piscinão é um criador de mosquitos, sapos, ratos. Há alguns dias eu vi crianças mergulhando aqui e esse local causa grande perigo”.
Proprietário diz que o problema será resolvido
Segundo o proprietário, Pastor Roberto, essa situação se arrasta há pouco tempo. “Já foi colocado uma bomba para a retirada de água, mas choveu. Se não tivesse chovido já tínhamos colocado brita. É mentira que esse problema iniciou no começo do ano, pois foi no começo da pandemia, talvez em maio ou junho. Em 15 dias as medidas deverão ser tomadas pela igreja. Nós vamos tirar a água, colocar brita e fechar o local para a construção de um estacionamento. Aqui terá uma bomba fixa e quando chover a água não empossará. A previsão é de que em 15 dias esse problema seja resolvido”.
O Portal Agora continuará acompanhando o caso.







