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Polícia Civil de Araranguá ajuda na divulgação do ambulatório para tratamento dos dependentes de álcool e outras drogas

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FOTOS: PORTAL AGORA!

Todos os dias, policiais civis que atuam em escala de plantão ou expediente na Central de Plantão Policial (CPP) de Araranguá, atendem as mais diversas ocorrências. E foi em um desses plantões que a Agente de Polícia, Aline de Souza Santana, teve a ideia de ajudar as famílias que procuram pela delegacia pedindo ajuda com relação a seus parentes com dependências de álcool e/ou drogas.

“Esses dias, no meu plantão, apareceu um velhinho pedindo ajuda para o filho, que segundo ele era dependente químico. Ele deixou bem claro que não queria uma intervenção policial de restrição da liberdade do filho e sim que nós ajudássemos ele a sair dessa vida de usuário de drogas. A partir daí busquei informações e conheci o Ambulatório de Álcool e outras Drogas de Araranguá, e surgiu a ideia de formar uma parceria, para ajudar a divulgar as informações a essas famílias”, esclareceu a Policial Civil ao Portal Agora, ressaltando que passou ao Delegado Regional Diego de Haro e ao Delegado Bruno Sinibaldi, responsável pela CPP de Araranguá, as informações colhidas e a proposta de parceria, que foi prontamente aceita e autorizada pelos delegados e pela Delegacia Geral da Polícia Civil de Santa Catarina.

Conforme a Policial Aline, na delegacia os familiares eram sempre orientados a procurar o Caps de Araranguá para obter maiores informações, pois a polícia civil não tem como desempenhar esse papel que é de saúde pública.

Contudo, o Caps (Centro de Atenção Psicossocial de Araranguá) não faz o atendimento de pessoas com dependência química, mas o acompanhamento e tratamento de pessoas que sofrem de doenças psicológicas, sendo ela informada da existência do ambulatório que está pronto para acolher esse tipo de demanda – Ambulatório A/D.

Em conversa com a Assistente Social Sabrina Oliveira de Matos, que trabalha no Ambulatório, a Policial Civil foi informada como funciona o local, horário de funcionamento, quais os atendimentos realizados, firmando assim uma parceria no auxílio da divulgação da informação sobre tratamento. Com isso, a Polícia Civil de Araranguá firmou neste mês de maio, a parceria com o Ambulatório de Álcool e outras Drogas, auxiliando na divulgação de informações sobre o tratamento para usuários e seus familiares.

A partir de agora, há na CPP e nas demais delegacias de Araranguá, um informativo aos familiares e dependentes sobre o Ambulatório A/D, com endereço, horário de atendimento, telefone, e como buscar essa ajuda.

Você conhece o Ambulatório A/D (álcool e droga)?

Conforme a assistente social Sabrina, o Ambulatório de Álcool e outras Drogas do município de Araranguá, oferece atendimento através de uma equipe especializada composta por médico psiquiatra, psicólogo, assistente social, técnica de enfermagem e enfermeira.

Localizado na Unidade Central Bom Pastor, o Ambulatório atua acolhendo, acompanhando e reaproximando usuários, familiares, profissionais de saúde e a comunidade, atendendo de segunda a sexta-feira das 13h às 18h30min. Para iniciar o tratamento basta ir até o local e apresentar o cartão do SUS. Não precisa de agendamento ou encaminhamento.

Informações importantes sobre o Ambulatório AD:

– O acolhimento ao usuário ocorre sem necessidade de agendamento;
– O Serviço só atende moradores de Araranguá-SC;
– Atendimento é realizado na Unidade de Saúde Bom Pastor, localizado na rua Coronel
Apolinário Pereira, 254 – Centro, Araranguá – SC;
– Horário de atendimento: das 13h:00min às 18h:30min.

Atendimentos oferecidos:

– Acolhimento: o usuário é acolhido por um profissional da equipe, é realizado o preenchimento do prontuário e repassado as orientações sobre o tratamento;
– Grupos de apoio para usuário e familiar;
– Consulta médica psiquiátrica;
– Acompanhamento psicológico individual;

Internação para desintoxicação:

A) Requisitos mínimos para internação voluntária:
√ Avaliação médica;
√ Aceitação do paciente (paciente precisa querer a internação).
B) Requisitos mínimos para internação involuntária (sem consentimento do usuário):
√ Avaliação interdisciplinar da solicitação (o caso será discutido em reunião de equipe);
√ Avaliação médica;
√ Apoio familiar.

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