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Segurança

Caso “Beto da EJW”: CyberGAECO captura Jorge Cordeiro, foragido da justiça condenado a 24 anos de reclusão por homicídio doloso

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As diligências foram realizadas em Palhoça, onde o foragido foi localizado e preso.

Na tarde desta terça-feira (05), o Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (GAECO) em apoio à 4ª Promotoria de Justiça da Comarca de Araranguá cumpriu um mandado de prisão e um de busca e apreensão. As diligências foram realizadas em Palhoça, onde Jorge Acir Cordeiro, que estava foragido desde maio de 2024, foi localizado e preso.

Jorge Cordeiro foi condenado por ordenar um homicídio qualificado, cometido por motivo torpe e com recurso que impossibilitou a defesa da vítima. O crime ocorreu em 2008, no município de Balneário Arroio do Silva. A vítima foi o empresário André Roberto Alves, conhecido como “Beto da EJW”. cunhado e sócio do mandante à época dos fatos.

A motivação teria sido a dissolução da sociedade empresarial mantida entre ambos. O autor do crime estava foragido desde o início de 2024, após ser condenado a 24 anos de reclusão. A sentença já havia transitado em julgado.

>>> Jorge Acir Cordeiro, condenado pela morte do “Beto da EJW”, é preso em Florianópolis

A partir das evidências digitais coletadas pelo CyberGAECO a 4ª Promotoria de Justiça da Comarca de Araranguá representou pelo afastamento de sigilo de dados telemáticos do alvo, bem como por mandado de busca e apreensão, medidas estas que auxiliarem na obtenção de informações sobre o paradeiro do condenado.

Jorge Cordeiro foi condenado. Em agosto de 2023, ele chegou a ser preso em Florianópolis, contudo, em fevereiro do ano passado (2024) foi solto por uma decisão liminar do STJ. Três meses depois, em maio, teve uma reforma desta decisão do STF, sendo expedido um novo mandado de prisão, o qual foi cumprido hoje (05/08), após ter ficado um ano e três meses foragido.

Relembre o caso:

No dia 6 de fevereiro de 2008, o empresário André Roberto Alves, mais conhecido como Beto, foi abordado quando chegava em sua casa na Avenida Beira-Mar, no Balneário Arroio do Silva. Na ocasião, ele foi alvejado e executado por cinco tiros de revólver. O caso foi julgado 14 anos depois. 

Fonte: Colaboração MPSC

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