Educação
Adiado retorno às aulas presenciais nas redes municipais da região da AMESC
Também será suspenso o funcionamento das atividades comerciais não essenciais, das 22 horas até às 6 horas em todos os 15 municípios
Santa Catarina definiu novas restrições a partir desta quinta-feira (25), em praias, ônibus, academias, casas noturnas e outras atividades. As medidas serão válidas por 15 dias em todo o território catarinense. Ainda conforme o decreto os prefeitos podem estabelecer medidas específicas mais restritivas a fim de conter a contaminação e a propagação da COVID-19 em seus em seus municípios.
Cientes da grave condição de avanço da Covid-19 em todas as regiões do estado os prefeitos que compõem a AMESC (Associação dos Municípios do Extremo Sul Catarinense) deliberaram na tarde desta quinta-feira (25), sobre novas medidas para conter o avanço da pandemia do coronavírus junto com representantes da Saúde, Educação e Assistência Social e direção do Hospital Regional de Araranguá – para debater sobre a ampliação dos leitos UTI Covid no extremo sul.
Diante das análises encaminhadas pelos representantes presentes em reunião na terça-feira (23), o colegiado de prefeitos optou por iniciar as aulas da rede municipal no dia 1 de março, de forma on-line. Por duas semanas serão adotadas aulas de forma remota e após será reavaliada a situação. Outro item é a adoção de fechamento do comércio noturno às 22 horas a partir deste sábado (27).
As duas ações, explica o presidente da AMESC, prefeito de São João do Sul Moacir Francisco Teixeira, são baseadas nas recomendações técnicas feitas pelo Comitê Extraordinário Regional Covid-19 Amesc, que se reuniram na terça-feira para debater as recomendações. Teixeira ratifica que os prefeitos deliberaram por suspender as aulas presenciais por um período de 15 dias e suspender o funcionamento das atividades comerciais não essenciais, das 22 horas até às 6 horas em todos os 15 municípios, em acréscimo ao decreto do Estado de Santa Catarina.
O presidente da AMESC pontua que é essencial que a população não esqueça a necessidade do uso obrigatório de máscaras, em espaços públicos e privados e evitar aglomero. “Daqui 15 dias voltamos a nos reunir e analisar os reflexos da situação. A direção do Hospital Regional de Araranguá nos apresentou a situação, assim como os representantes da Saúde, Educação e Assistência Social e estamos diante de um colapso. Voltamos a analisar constantemente a situação para tentar minimizar os impactos da Covid-19 em nossa população”.






