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Associado da Cooperja garante grandes resultados investindo em gado leiteiro e reprodução bovina

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Das terras encharcadas para arroz, ao pasto baixo, ideal para alimentar o gado. Esta foi uma das mudanças no trabalho de Agnaldo Lazarin, agricultor em Jacinto Machado, associado da Cooperja. Ele e a esposa Marisane sempre cultivaram arroz e chegaram a plantar entre terras próprias e arrendadas, 120 ha. O gado leiteiro era apenas para consumo da família, onde tinham 2 ou três vacas cuidadas especialmente por Marisane. O trato com estes animais sempre foi visto como bons olhos pelo casal, que resolveu investir na pecuária. “Há 6 anos e meio, diminuímos para 50 ha de arroz cultivados próximo a nossa casa e paramos de plantar nas terras mais longe. Gostamos de trabalhar com criação, sem contar que precisamos de menos mão de obra para o serviço. E o que era apenas para consumo, se transformou em outra renda familiar”, explica Lazarin.

No total, a propriedade conta com 56 vacas em todos os estágios: prenha, novilhas e bezerras, sendo 26 lactando. São 40 litros de leite/dia, uma média alta para a região. Ressalta-se que a qualidade do rebanho, reflete na qualidade do produto. Por isso, o agricultor investe em bons animais, alimentação balanceada, manejo de pastagem e outros detalhes importantes para o resultado final.

Para a alimentação dos animais, Lazarin faz um manejo de pastagem eficiente e ração Dom Joaquim para bezerra, novilhas, pré-partos e, lactação. Afinal, na propriedade é feito o ciclo completo com bezerras, novilhas e vacas. “Acredito que seja melhor priorizar a qualidade e não a quantidade de vacas. O interessante é ter menos animais e estes serem, mais produtivos”, declara o produtor que deseja chegar até 40 vacas lactando no máximo.

Lazarin é um empresário rural. Entende do serviço, estuda, faz gestão da propriedade e busca conhecimento e especializações. Sabe todos os custos, pesquisa preços e não mede esforços para adquirir equipamentos e medicamentos de alta qualidade, sempre com os pés bem calçados no chão. “Aprendi em um curso da Epagri que para termos sucesso na área, temos que investir em pasto, começar a trabalhar e fazer com que o negócio caminhe por si. Jamais já iniciar com empréstimos e grandes estruturas”, comenta.

Destaque em reprodução animal bovina

O casal começou a se interessar por genética e procuraram cursos para se especializarem em inseminação artificial. As primeiras vacas eram compostas (cruzadas) e aos poucos migraram apenas para holandesas. Hoje eles se destacam na região. O trabalho também é dividido, a esposa cuida do descongelamento, arrumando tudo para que ele faça a inseminação. Por sua vez, o marido realiza a higienização nas vacas e insemina. Há cada 60 dias o vendedor passa para carregar o botijão de nitrogênio. Segundo o veterinário, Agnaldo realiza o manejo de vacinas reprodutivas, o que é muito importante, garantindo a saúde reprodutiva dos animais.

Muitas pessoas pedem para que Agnaldo faça a inseminação em seus rebanhos, mas ele prefere se dedicar a sua propriedade. “Envolve muito tempo e assim eu posso dar atenção total para a minha criação”, explica.

Cooperja agroacelera e apoia produtores com projeto leiteiro

Tendo em vista o mercado em ascensão e atendendo a pedidos de associados, a Cooperja iniciou uma conversa sobre o tema com produtores de gado leiteiro da região. Foram realizadas duas reuniões onde produtores e Cooperativa expuseram suas demandas, para encontrarem soluções conjuntas. A Cooperja não receberia o produto in natura, apenas seria o elo de garantia dos produtores em relação aos compradores. Lazarin faz parte deste grupo. “A região de Jacinto Machado tem poucos produtores. Acredito que com o projeto da Cooperativa este número aumente. Eu pretendo participar. A Cooperja está sempre presente em nossas vidas. Sempre ofereceu produtos e medicamentos de qualidade nas Lojas. Agora com a assessoria do departamento técnico da Cooperativa, melhorou ainda mais. Com o projeto nos teremos profissionais para olhar animal por animal, detalhadamente. Se eu pudesse, trabalharia só com a Cooperja. Porque além de ser associado e este é meu dever, penso que a Cooperativa é a melhor opção de negócio para todos os segmentos que eu trabalho”, afirma o agroprodutor.

Rafaela Costa Custódio 
Gerente de Comunicação

 

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