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Câmara promoverá Audiência Pública para discutir situação da Barranca

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Problemas com a falta de oferta de vagas na escola do bairro e pedido para que a Defesa Civil reveja a Situação de Risco da região serão os assuntos debatidos

Na próxima terça, 20, será realizada uma Audiência Pública no bairro Barranca por iniciativa da Câmara de Vereadores. Problemas com a falta de oferta de vagas na escola do bairro e pedido para que a Defesa Civil reveja a Situação de Risco da região serão os assuntos debatidos. Uma reunião na tarde desta quinta, 15, definiu detalhes do evento, com a presença do presidente da casa, Daniel Viriato Afonso, que foi conversar com líderes comunitários a respeito.

A Barranca é um dos bairros mais antigos de Araranguá, localizado próximo do Rio Araranguá, por muito tempo sofreu com enchentes e alagamentos, situação que não acontece há quase 10 anos quando a Defesa Civil determinou que aquela área era considerada de Risco. Também é um dos bairros mais populosos, a maioria dos moradores são antigos, famílias inteiras que não deixaram a região, e o fato de ser de risco impede que programas habitacionais, financiamentos para reformas e construções sejam permitidos para o bairro. “Como algumas providências foram tomadas há alguns anos para evitar as cheias e não se registra mais enchentes, seria importante que isso fosse mudado, o que ajudaria, inclusive, a desenvolver o bairro”, comentou o presidente, Daniel.

Outra pauta importante da audiência diz respeito a situação da Escola de Educação Básica Professora Otília da Silva Berti, que atende os alunos do bairro e também de outras comunidades como Sanga do Marco, por exemplo. Nos últimos anos a oferta de vagas oferecidas pelo Governo do Estado diminuíram e os alunos são obrigados a se deslocar a instituições distantes, o que tem causado transtornos e a preocupação dos pais. Segundo a diretora da escola, Cristiane Oliveira, há muita insegurança da comunidade depois que foi divulgado que a secretaria de Educação não abriria mais turmas para os próximos anos. “Temos o apoio do Conselho Comunitário, Associação de Pais, toda a comunidade escolar e dos próprios moradores. Se isto continuar, a escola vai acabar fechando daqui alguns anos”, reclamou.

Além de representantes da Defesa Civil, líderes regionais, Ministério Público, o comando das polícias locais e Corpo de Bombeiros, da Fundação Ambiental e da administração municipal também serão convidados para participar da audiência que começa às 19 horas, na EEB Professora Otília da Silva Berti e que poderá tratar de outros assuntos de interesse da comunidade.

Fonte: Morgana Daniel/Assessoria de Imprensa

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