Cerca de 40 crianças das creches de Turvo contraem doença contagiosa – Portal Agora
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Saúde

Cerca de 40 crianças das creches de Turvo contraem doença contagiosa

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Cerca de 40 crianças de creches de Turvo, contraíram a doença mão-pé-boca, que é contagiosa. Segundo o Ministério da Saúde, a síndrome, causada por um vírus, regride espontaneamente depois de alguns dias. A Secretaria Municipal de Educação orienta os pais que só tragam as crianças que ficaram doentes de volta às creches depois do fim do tratamento, que pode durar uma semana.

Todas as crianças que contraíram a doença em Turvo têm até 5 anos de idade, conforme a secretaria. De acordo com o Ministério da Saúde, é nesse período que a síndrome é mais comum. Todas as três creches de Turvo tiveram casos.
Na creche Maria Marcon Sartor, a sala do berçário está sem aulas. Das 40 crianças diagnosticadas com a doença no município, 15 estudam no local. A sala deve reabrir na próxima segunda-feira (30). No restante da creche, as aulas continuam.

“Já tomamos todas as medidas, consultamos o setor de epidemiologia e médicos, fizemos a limpeza da sala”, disse a secretária de Educação da cidade, Suzana Miranda. As crianças que estudam no local tem de 4 meses a 1 ano de idade.

A secretária explicou, ainda, que as creches dos bairros São Luiz e São Cristóvão tiveram casos há 10 dias e estão sem crianças doentes atualmente.

Sintomas

A mãe Clarissa Rocha começou a notar um comportamento estranho no filho Miguel, de 10 meses. Ele teve febre alta e algumas manchas vermelhas começaram a surgir pelo corpo. No hospital o diagnóstico: doença mão-pé-boca.
“Hoje o que mais me preocupa é que ele não come. Eu dou a mamadeira para ele, ele vai para tomar e ele chora. Ele acorda nas madrugadas, ele não consegue dormir porque aquelas feridas, principalmente nas partes íntimas, eu acredito que é uma coisa que machuca demais e ele fica muito irritado”, relata a mãe.

A doença causa feridas na boca e erupções nos pés e nas mãos. Os sintomas mais comuns são febre, dor de garganta, irritabilidade, perda de apetite e manchas vermelhas pelo corpo. A transmissão pode ser pela saliva, feridas, alimentos e objetos contaminados.

A médica clínica geral Bárbara Titoni afirma que a doença não é grave. “A criança vai matar o vírus sozinha, mas ela vai ter febre. Então tem que dar o remedinho para febre prescrito por um médico pediatra, cuidar da higiene das lesões para não ter infecção de pele, banhinho, lavar a mão sempre. Bastante hidratação, às vezes a criança não vai conseguir comer o alimento mais sólido, então mais purê, gelatinas, coisas mais fáceis para mastigar”, diz.

Fonte: G1SC

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