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Chuva e vento derrubam estrutura de hospital em Praia Grande, e atendimento ao público é reduzido
O vento e a chuva derrubaram parte de uma estrutura em construção no Hospital Nossa Senhora de Fátima, em Praia Grande. A queda sobre o telhado, que ocorreu no domingo (16), danificou salas da área psiquiátrica que atende pacientes de toda a região. Com a interdição, o atendimento foi reduzido pela metade.
O local danificado foi isolado e deve passar pela análise de um engenheiro. Nove pacientes da ala psiquiátrica precisaram ser remanejados para outro setor da unidade. Ou seja, 50% do atendimento dessa ala foi prejudicado.
Na cidade, conhecida como a Capital dos Cânions, choveu 362,2 milímetros em 48 horas, de 7h de sábado (15) até 7h de segunda (17), de acordo com a Epagri/Ciram, órgão que monitora as condições meteorológicas no estado.
Esse volume é mais do que o triplo do esperado para todo o mês de junho no município, que fica na divisa com o Rio Grande do Sul.
“Teremos que reduzir porque a gente não tem como arriscar o nosso paciente. Somente depois do laudo, somente depois da avaliação e da restauração que vamos poder voltar à normalidade”, disse o diretor do hospital, Jean da Silva Gonçalves.
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Foto: NSC TV/Reprodução
Além do prejuízo na unidade de saúde, o mau tempo causou outros danos em Praia Grande. No bairro 1º de Maio, 20 casas foram atingidas por alagamentos.
O volume da chuva foi suficiente pra sobrecarregar os principais rios da cidade. O secretário municipal de Infraestrutura, Roger Marcelino da Silva, explicou que há o principal, o Rio Canoas, e outros cinco menores.
“Um aflui no outro, acaba assoreando e acaba não dando conta de manter a água dentro da caixa, onde vai dando as inundações. A água vai descendo até achar um caminho e a parte mais baixa é onde ela vai parar”, detalhou o secretário.
A correnteza do Rio Canoas levou um dos pilares de sustentação da ponte que liga a cidade vizinha de São João do Sul até Praia Grande.
De acordo com a Secretaria de Infraestrutura do Estado, é necessário que o volume do rio baixe para que uma avaliação mais detalhada seja feita no local. Até que isso ocorra, rotas alternativas foram sinalizadas.
Fonte: G1SC






