Segurança
Corpo de mulher é encontrado boiando às margens do Rio Araranguá
Delegado acredita se tratar de afogamento.; vítima ainda não foi identificada
O corpo de uma mulher foi encontrado boiando às margens do rio Araranguá, na área central da cidade, por volta das 21h50 desta quarta-feira, dia 13. A ocorrência mobilizou equipes da Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros, Polícia Científica e Instituto Médico Legal (IML).
Segundo informações apuradas no local pelo Portal Agora!, quem encontrou o corpo foi um morador de rua que estava próximo ao rio. Ele teria avistado um par de tênis boiando na água e, ao puxar o objeto, percebeu que se tratava de um corpo. Assustado, pediu ajuda para duas mulheres que estavam às margens do rio conversando. Elas acionaram as forças de segurança.
“Estávamos conversando quando fomos abordadas por um morador de rua que afirmou ter encontrado um corpo às margens do rio. Fomos mais perto e constatamos o fato, acionando a polícia”, contou uma das mulheres que preferiu não ser identificada.
O Corpo de Bombeiros foi chamado para realizar a retirada do corpo da água utilizando equipamentos específicos de resgate. Após o recolhimento, o corpo ficou aos cuidados da Polícia Científica e do Instituto Médico Legal.
A mulher estava vestida com uma calça preta, uma blusa preta com punhos brancos nas mangas, uma jaqueta peluciada marrom e calçava um par de tênis. Nenhum documento foi encontrado com a vítima, o que dificulta sua identificação.

O delegado Jorge Ghiraldo, coordenador da Central de Plantão Policial de Araranguá, esteve no local acompanhado da equipe de investigação. Conforme análise preliminar, não foram constatados sinais aparentes de violência ou ferimentos que indiquem homicídio.
A principal hipótese trabalhada pela Polícia Civil é de que a mulher possa ter escorregado no trapiche, que é considerado bastante liso, caído no rio e morrido por afogamento. Apesar disso, a causa da morte deverá ser confirmada após os exames periciais.
Durante o atendimento da ocorrência, uma mulher que acompanhava a movimentação chegou a acreditar que o corpo poderia ser de uma tia, irmã de seu pai. Contudo, após contato com familiares, a hipótese foi descartada.
Até o fechamento desta matéria, o corpo da mulher seguia sem identificação.






