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Dois Núcleos Femininos da Cooperja realizam viagem de estudo
Procurando agregar novos conhecimentos e fortalecer ainda mais o cooperativismo, as participantes dos Núcleos Femininos da Cooperja, de Jacinto Machado e Praia Grande, realizaram no dia 20 de junho, uma viagem a Nova Petrópolis, cidade coroada como Capital Nacional do Cooperativismo.
Na parte da manhã as integrantes visitaram a Cetanp (Centro Regional de Formação Profissional de Agricultores de Nova Petrópolis), onde foram recepcionadas pelo coordenador do Centro e engenheiro agrônomo da Emater, Sr. Arnaldo José Basso. Segundo a coordenadora social da Cooperativa, Elisabete Biz dos Santos, a visita permitiu acompanhar o belo trabalho realizado com plantas medicinais. “Esta visita é uma extensão do trabalho realizado no Horto de Plantas Biotivas, localizado no CDC, realizado pela Pastoral da Saúde, Epagri e Núcleos Femininos. Foi uma troca de experiências muito rica, para o fortalecimento deste trabalho”, afirma Elisabete.
À tarde foi a vez de visitar a Sicredi Pioneira, cooperativa de crédito com 115 anos de fundação. Na ocasião, foram recepcionadas pela conselheira de administração, Sra. Heloisa Helena Lopes, o presidente Sr. Tiago Luiz Schmidt e o vice-presidente Sr. Mário José Konzen. O grupo conheceu melhor a cooperativa e seu modo de atuação junto aos associados, assim como seus projetos sociais.
Durante a viagem as mulheres também conheceram o 2º monumento histórico do Cooperativismo levantado na América Latina e 1º no Brasil. Para finalizar, o presidente Tiago guiou a visita até a comunidade de Linha Imperial, onde fica o memorial Padre Theodor Amstad, que conta toda a história da cooperativa através de uma linha do tempo.
“Sobre o dia de ontem só tenho a agradecer a Cooperja por nos proporcionar momentos como esses que vivemos em nova Petrópolis. Foi um dia de muita troca de experiência onde podemos ver que as mesmas preocupações que temos eles também têm: sobre sucessão familiar; estar inseridos na comunidade onde atua; que a educação é o caminho, mas precisamos começar desde cedo nas escolas. Além disso, conhecemos toda a história da cooperativa pioneira e nos encantamos com cada detalhe”, declara a associada Rosangela Paganini Fregulia da Silva.
Outra participante do Núcleo, Ivonete Guimara Fregulia, complementa, “sempre que penso em cooperativismo, vejo o quanto a nossa Cooperja se dedica, cada dia mais para interagir com outras cooperativas e compartilhar novos conhecimentos. Fazer parte da Cooperja fez com que nossa família mudasse o jeito de ver as coisas e, de pensar sobre o verdadeiro sentido de ser um cooperado. Tentamos passar para os filhos a importância de ser um cooperativista e de fazer parte de uma cooperativa”, finaliza.







