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Homem que matou colega em clínica de reabilitação é condenado a 14 anos por homicídio duplamente qualificado

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Réu cumprirá a pena em regime inicial fechado e sem o direito de recorrer em liberdade

O último Júri Popular da Comarca de Araranguá deste ano de 2019, foi marcado pela condenação do réu. André Padilha Fagundes, acusado de matar Dionatan Lopes Nazário na época com 26 anos – em uma casa de reabilitação, em Araranguá, em 03 de junho do ano passado -, sentou nesta terça-feira, dia 03, no banco dos réus.

Na parte da manhã uma testemunha e o réu foram ouvidos, iniciando os debates que se estenderam até a tarde. O réu foi acusado pelo homicídio duplamente qualificado, tendo como qualificadoras o motivo fútil e meio cruel.

Já a defesa alegou homicídio culposo, pois André disse em depoimento que não teve a intenção de matar seu colega de reabilitação.

Após nove horas de julgamento, a juíza Letícia Pavei Cachoeira leu a sentença e André que está preso desde o dia do crime, foi condenado a 14 anos de reclusão em regime inicial fechado, sem poder recorrer em liberdade. O advogado de defesa informou que vai recorrer da sentença.

O júri foi presidido pela Juíza, Dra. Letícia Pavei Cachoeira, tendo como acusação o Promotor de Justiça, Dr. Gabriel Ricardo Zanon Meyer e na defesa, o Advogado Leandro Pereira Gonçalves.

Relembre o crime

O crime ocorreu por volta das 21h30min do dia 3 de junho de 2018, no Centro de Recuperação Resgatando Vidas, na localidade de Sanga do Marco, em Araranguá. Dionatan Lopes Nazário que era morador de Sombrio, foi espancada até a morte.

Na noite do crime, os internos estavam na sala de TV, quando dois deles, começaram a discutir por motivo fútil (um peido) e entraram em vias de fato. André Padilha partiu para cima de Dionatan, o agredindo violentamente, causando sua morte.

Colegas da casa de reabilitação tentaram impedir a ação, que durou cerca de cinco minutos, entretanto o autor, que é forte e estava completamente transtornado, agrediu a vítima até matá-la. Ao saber do óbito, André fugiu a pé, sendo preso minutos depois por uma guarnição da Polícia Militar de Meleiro, na rua da Gruta do Rio Jundiá.

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