Segurança
Idoso é vítima de golpe e perde R$ 3 mil
Mais um caso envolvendo golpe em idoso foi registrado na Delegacia de Proteção à Criança, Mulher, Adolescente e Idoso (DPMACI) de Araranguá. A vítima, um senhor com mais de 70 anos procurou a delegacia especializada para registrar um Boletim de Ocorrência de estelionato.
O crime ocorreu em frente a Agência da Caixa Econômica Federal, no Centro de Araranguá, por volta das 11h15min desta segunda-feira dia 09. Segundo relatou a vítima, ao tentar tirar o extrato em um dos caixas eletrônicos ocorreu um erro na senha de letras, sendo orientado a entrar na agência para pegar uma nova senha.
Ao sair pela porta do banco, já na Avenida XV de Novembro o idoso foi interceptado por uma moça vestida com um jaleco da CEF como se fosse uma das ajudantes. Ela pediu para ver a senha de letras entregue pela caixa e acreditando que receberia ajuda, entregou o papel e o cartão, os quais foram devolvidos em seguida.
Ao chegar em casa, o idoso percebeu que o cartão entregue pela moça não era o seu e sim de uma mulher. Ao retornar para a CEF por volta das 13 horas, procurou atendimento interno e ao consultar o extrato da conta corrente verificou estar faltando R$ 3 mil.
Horas antes, a estelionatária com cartão em mãos e com a senha do idoso sacou o montante por volta das 11h22min.
Conforme o delegado Henrique Gonçalves Muxfeldt, responsável pela DPCAMI, este não é o primeiro caso envolvendo golpe em pessoa idosa. Num outro estelionato, uma moça também identificada com o jaleco da CEF abordou um idoso no lado de fora da agência e conseguiu trocar um cartão que tinha, pelo da vítima – que continha a senha escrita no verso – sacando um montante em dinheiro.
O delegado deu algumas dicas para prevenir golpes: “A orientação é recusar ajuda de estranhos e procurar resolver pendências dentro da agência bancária com funcionários credenciados; nunca escrever a senha no verso do cartão; procurar ir ao banco com um parente mais novo e conferir os dados do cartão quando recebê-lo de volta se eventualmente entregar a uma pessoa estranha mesmo que ela esteja identificada”.






