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Saúde

Maracajá: baixa procura pela vacina da gripe preocupa o Departamento de Saúde

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Maracajá, através do Departamento de Saúde iniciou no dia 12 de abril a 23ª Campanha de Vacinação contra a Influenza (Gripe). Porém, dois meses depois, a procura pelo imunizante está abaixo do esperado.

Segundo levantamento da Regional de Saúde, a meta era imunizar na primeira fase da campanha 2.802 pessoas, dos grupos prioritários (.1199 idosos de 60 anos ou mais, 111 trabalhadores da saúde, 249 pessoas com comorbidades, 113 professores e 451 pessoas com deficiência), contudo o número de doses aplicadas até o momento são de 1.110, totalizando 39,6%.

A diretora de Saúde, Michele Constantino Gonçalves, alerta para a importância da vacinação contra a H1N1. “A influenza é uma doença grave e muitas vezes seus sintomas se confundem com a Covid-19, e pode evoluir de forma grave, principalmente em idosos, pessoas com comorbidades e gestantes”, relata.

Michele salienta que a vacinação contra a gripe tem como objetivo diminuir as complicações, internações e a mortalidade decorrentes das infecções pelo vírus da Influenza, na população alvo para a vacinação. “As pessoas precisam se conscientizar da importância de se vacinar, pois assim como a Covid-19, a H1n1 também mata. Por isso, fizemos um apelo para as pessoas que estão nos grupos prioritários que procurem o CEMASAS para fazer a vacina”, disse.

O Ministério da Saúde ressalta que, caso o morador seja do grupo prioritário para receber vacina contra Covid-19, ele deve aguardar o intervalo de 14 dias para receber a vacina contra Influenza.

Vacinação

A vacinação acontece no Centro Municipal de Atendimento à Saúde (Cemasas), das 7h às 16h. “Devido à pandemia é importante que as pessoas se atentem ao distanciamento social, principalmente dentro do Cemasas, evitando aglomerações”, finalizou a diretora de Saúde.

Grupos prioritários 

–  crianças de 6 meses a menores de 6 anos;

–   gestantes;

–   puérperas;

–   trabalhadores da saúde;

–  idosos com 60 anos e mais;

–  professores das escolas públicas e privadas;

– pessoas portadoras de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais;

–  pessoas com deficiência permanente;

–  forças de segurança, salvamento e forças armadas

– caminhoneiros, trabalhadores de transporte coletivo rodoviário de passageiros urbano e de longo curso;

–  funcionários do sistema prisional;

–  população privada de liberdade.

Fonte: Carla Costa/Assessoria de Imprensa

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