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Programa Porteira Aberta tem aprovação de agricultores de Maracajá
Este é o balanço do prefeito de Maracajá, Arlindo Rocha e do diretor de Agricultura, Luiz Martinello, o Neguinho, em relação aos encontros promovidos para estabelecer as necessidades de cada produtor, para que a administração elabore planilha de custos e logística para atender a todos, indistintamente. As reuniões foram em Sangão Madalena, Garajuva e Encruzo do Barro Vermelho, envolvendo também produtores de Espigão da Toca, Cedro e Espigão Grande.
Conforme o prefeito, a prática mostra que as maiores necessidades dos agricultores no interior das propriedades são melhorias em acessos às sedes e equipamentos, como granjas de aves ou suínos, locais de ordenha, ou a plantações para colheita e atividades durante a cultura. “Falta ao pessoal o material de aterro, como cascalho ou seixo rolado, duas matérias-primas que a prefeitura tem sem custos”, ilustra Arlindo Rocha.
O prefeito explica que jazidas foram disponibilizadas gratuitamente à administração para retirada de material para aterro e revestimento de vias sem pavimentação e em processo junto ao Serviço de Patrimônio da União, a administração recebeu autorização para retirada de seixo rolado em uma extensão de quase nove quilômetros de margens do Rio Mãe Luzia, o que vem sendo feito desde o ano passado.
“Os colonos vão pagar apenas o custo do transporte destes materiais desde o local de retirada, nas jazidas ou leito do rio, até suas propriedades, na razão de R$ 4,50 o quilômetro rodado”, informa o diretor de Agricultura de Maracajá. Custos de horas máquinas, previstos em lei municipal, a preços compatíveis com as condições dos produtores, também podem ser requisitados pelos interessados, acrescentou Martinello, nos encontros que também contaram com participação de vereadores.
“Os efeitos da lei foram muito bem recebidos, como prevíamos e recebemos contribuições importantes dos agricultores, que vamos avaliar com nossos técnicos e assessoria jurídica”, pontuou Arlindo. Neguinho dá dois exemplos de questões levantadas: “o colono que tiver forma própria de transporte, pode ser atendido pelo programa e é possível parcelar o custo das operações requisitadas?”. Em nosso máximo três semanas as reuniões se repetirão para responder estas e outras questões e apresentar o plano de trabalho para cada região.
Fonte: Assessoria de Imprensa






