Geral
Alerta pela vida deve ser mantido
Trabalho voluntário cada vez mais se destaca e faz necessário. Na causa da Valorização da Vida e Prevenção do Suicídio, as oportunidades de se fazer o bem são inúmeras
As entidades que fazem parte da Rede de Proteção à Vida (RPV), em boa parte, reúnem pessoas que voluntariamente doam tempo e energia em nome de uma causa mais do que nobre: a Valorização da Vida. O voluntariado, além de naturalmente ajudar a quem carece de algum tipo de apoio (material, emocional ou religioso), apresenta um caráter que pode-se chamar de “terapêutico”, pois o retorno que o voluntário recebe, em se tratando de energias positivas e gratificações que falam diretamente ao coração, é enorme.
Segundo o voluntário, Roberto Caldas, a RPV necessita de voluntários, e para participar, basta cumprir alguns requisitos como acompanhar reuniões, engajar-se nas ações, entre outros detalhes. “O CVV precisa e muito: para ser voluntário, basta idade maior que 18 anos, passar pelo treinamento e ter tempo regular para os atendimentos via fone 188, ou pelo chat, em www.cvv.org.br. Na região do Vale do Araranguá, as oportunidades para que cada um de nós façamos a nossa parte, sendo voluntários do bem, são grandes. A começar pela criação de um movimento semelhante à RPV”, indica o voluntário.
Assim como Roberto, Jefferson Sotero é voluntário na Rede. Jefferson passou pela perde de um amigo, entrou em depressão e descobriu a importância de ser um voluntário na causa. “Quem esteve perto da morte pela depressão sabe o pavor que um depressivo passa. Levar esperança e conhecimento é transformar sua dor em amor. Cada ação que podemos fazer aos outros, principalmente nos ajuda. Cada palestra, cada palavra de incentivo que eu possa transmitir para outras pessoas, em verdade eu sou o primeiro beneficiado. Quando trabalhamos na valorização da vida não temos preconceitos. Procuramos ajudar a todos, sem distinções. Ao longo de setembro, especialmente, circulamos diversos locais, desde ambientes religiosos a penitenciárias. Todos tem direito a apoio emocional”, relata.
O mês de valorização da vida e prevenção ao suicídio, o Setembro Amarelo, chega ao fim, mas com missão de a cada dia se renovar e haver apoio e empatia a quem precisa. Os indíces de pessoas com transtornos emocionais e casos de suicídio são contínuos e precisa haver trabalho intenso e extenso. Os voluntários reforçam a importância de pedido de ajuda a quem precisa. Um dos meios é ligar ao CVV (Centro de Valorização à Vida) através do número gratuito 188 (de celular, fixo ou telefone público) ou ainda acessando o chat online, em www.cvv.org.br. Também há a busca de tratamento via rede pública, como CAPS (Centro de Atenção Psicossocial) da região, hospitais, unidades básicas de saúde e de assistência social.
Quem tem interesse em ser um voluntário pode buscar mais informações através do telefone (51) 98464-6166. ou e-mail: [email protected]. As redes sociais com informações regionais são o Facebook: facebook/redeabraceumavida/ e o Instagram: @rpv_vida.
Fonte: Assessoria de Imprensa






