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Decreto que proíbe tráfego pesado em rodovias de Maracajá continua em vigor
Continua em vigor o decreto municipal que proíbe o trânsito de caminhões com peso bruto total maior que 10 toneladas nas rodovias que cortam as comunidades de Encruzo de Barro Vermelho e Espigão da Toca, com fiscalização constante da Polícia Militar.
Conforme a assessoria de Maracajá, está aberto o diálogo entre autoridades de Maracajá e Araranguá, moradores das comunidades impactadas e representantes de uma empresa que atua no transporte de minério desde o distrito de Hercílio Luz, passando por rodovias maracajaenses.
Em reunião realizada na tarde desta segunda-feira (17), na Prefeitura de Maracajá com as partes envolvidas, incluindo o vereador Jacinto Dassoler, de Araranguá, o decreto continua em vigor.
Para o prefeito de Maracajá, Arlindo Rocha, “o fundamental é que todos estão convencidos que o problema existe e que são necessárias soluções, pois a atividade econômica pode ser desenvolvida, desde que o impacto sobre as famílias do Encruzo do Barro Vermelho e Espigão da Toca seja minimizados ou eliminados e o patrimônio público preservado”.
Uma alternativa de tráfego de veículos pesados foi apresentada por Arlindo durante o encontro, desde a localidade de Rio dos Anjos, margeando o Rio Araranguá, até a BR-101. Na rodovia nos limites com Araranguá o impacto direto seria a cerca de uma dúzia de famílias, que poderia ser negociado pelas empresas exploradoras da extração e transporte de minérios com medidas compensatórias. Representantes da empresa transportadora informaram que em seguida iriam verificar o trajeto indicado.
O prefeito de Araranguá, Mariano Mazzuco, salientou que seu município também é prejudicado pela situação criada e espera que haja o consenso para que a normalidade volte, pois há prejuízos, inclusive, para obras públicas desenvolvidas em Araranguá. Mazzuco, acompanhado de assessores, salientou que empenhará sua equipe na busca de soluções para o impasse e reconheceu a legitimidade de Maracajá legislar sobre o assunto em suas rodovias.
Fonte: Gilvan de França/Assessoria de Imprensa






